domingo, 19 de setembro de 2010


COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA- ESCOLA 2,3 JOSÉ AFONSO - ALHOS VEDROS


ACTIVIDADES A DESENVOLVER NO DIA 4/10/2010

HORA /ACTIVIDADES/ TURMAS E PROFESSORES ENVOLVIDOS
8h25m – 10h15m
- Enchimento de balões e preparação do polivalente
7ºA – Profª Isabel Gonçalves
8ºA _ Profª Sílvia Matos
Profº Pedro Nunes
Outros
10h30m
- Transporte da Bandeira Nacional (4 alunos de 9º ano)
10h35m
- Lançamento de Balões
- Hastear da Bandeira Nacional
- Interpretação do Hino Nacional (todos os alunos )
Professores de Educação Musical
11h – 13h15m
- Ensino da dobragem solene da Bandeira Nacional
Os professores das turmas de 5º ano indicadas, devem acompanhar os alunos até ao polivalente, para desenvolverem a actividade prevista.
Esta actividade será ensinada por alunos do 9ºB e do 9ºD a alunos do 5º ano
11h00 – 5ºA e 5ºB
11h50 _ 5ºC e 5ºD
12h35 _ 5ºE e 5ºF

domingo, 12 de setembro de 2010

VISITA DE ESTUDO À EXPOSIÇÃO “VIVA A REPÚBLICA”- Cordoaria Nacional

ACTIVIDADES – NÚCLEO DE ARTICULAÇÃO PEDAGÓGICA

COMEMORAÇÃO DO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA

VISITA DE ESTUDO A REALIZAR DURANTE O 1º PERÍODO

Competências Específicas

- Recolher, organizar e interpretar informação diversa, transformando-a em conhecimento dinâmico, sobre Portugal durante a 1ª República nas diferentes dimensões sociais, políticas, económicas, culturais e religiosas.

Conteúdos Indicadores de Aprendizagem/utilização e aplicação de competências
(o aluno deve ser capaz de: )

-Relacionar a divulgação das doutrinas republicana com as novas condições sociais decorrentes, sobretudo, da lenta mas progressiva industrialização e do crescimento das cidades de Lisboa e Porto;
- Conhecer a conjuntura económica e política que esteve na origem da implantação da República;
- Identificar medidas governativas da 1ª República nomeadamente no campo social, do ensino e das relações Igreja-Estado, compreendendo as razões da oposição de sectores da sociedade e algumas dessas medidas;
- Conhecer o equilíbrio de forças e os interesses internacionais que levaram à participação de Portugal na 1ª Guerra mundial;

Articulação/ Flexibilização Curricular

EMRC
Hist.
HGP
Geo.
ITIC
C.Nat

PCT
1.6. 9.

Avaliação Formativa 1ºperíodo
Ficha de Observação/
guião de visita do aluno

quarta-feira, 14 de julho de 2010

PENSAR A HISTÓRIA - A REPÚBLICA E A IGREJA

A IGREJA E OS CEM ANOS DA REPÚBLICA


Contrariando as previsões de Afonso Costa, a “Lei da Separação (1911) despertou nos católicos uma vitalidade insuspeitável” – disse D. Manuel Clemente, bispo do Porto, na primeira sessão de 2010 do Seminário «Religião, Cristianismo e Republicanismo». Promovida pelo Centro de Estudos de História Religiosa da UCP, esta iniciativa integra-se no Programa Oficial das Comemorações do Centenário da República. Aos participantes no seminário, o bispo do Porto falou sobre a «A vitalidade católica no contexto da República». Nos anos seguintes à Implantação da República (5 de Outubro de 1910), a resistência do clero foi apoiada pelos cristãos. Reunidos em Santarém, a 10 de Julho de 1913, os bispos lançam um apelo aos católicos. O chamado «apelo de Santarém» alterou o panorama sócio religioso da sociedade portuguesa. “Defesa e afirmação da Igreja; catequização e restauração da sociedade portuguesa com o contributo da Igreja” foram as linhas mestras que marcaram o catolicismo português na primeira metade do século XX.A “radicalização de Afonso Costa (pasta da Justiça e Cultos) não afastou os católicos. Pelo contrário deu-lhes força” – realçou o historiador e bispo do Porto, na sessão realizada, dia 21 de Janeiro, na Universidade Católica. A Igreja defendia a separação do Estado, mas “não neste quadro”. O «corpo católico» “não tinha saudades”da monarquia constitucional e “não rejeitou o regime republicano”. Ainda estava bem presente o decreto de 2 de Janeiro de 1862, em que o padre “se apresentava a concurso” para exercer o seu múnus nas paróquias. “Nenhum bispo queria a legislação de 1862” – confidenciou D. Manuel Clemente. O problema é que Afonso Costa queria “somente uma República com republicanos”e “considerava que a religião tinha um papel negativo” na sociedade portuguesa. Neste contexto, os católicos portugueses levantaram a voz e contestaram “a facção mais radical dos republicanos” – sublinhou D. Manuel Clemente. Para a figura mais relevante da primeira república (Afonso Costa), o catolicismo era visto como um “resquício dos tempos obscuros”. As obras de Herculano e Antero são exemplo deste sentimento republicano. Para o bispo do Porto, a ideia de que a decadência de Portugal se devia primeiro aos jesuítas e depois ao clero “era anterior ao republicanismo”. Quando Afonso Costa afirma que acabaria com o catolicismo em duas gerações, “esta ideia tinha 150 anos” – refere. A primeira República é o culminar de um caminho feito ao longo dos anos. Como o pensamento republicano não concordava com a proposta religiosa, através de legislação (22 de Outubro de 1910) “é proibido o ensino da doutrina cristã nas escolas primárias”. No ano seguinte (22 de Janeiro) é extinto o culto na Universidade de Coimbra. Como afirmou D. Manuel Clemente, a primeira República pretendia a emancipação das ciências a elementos estranhos à razão”. Citando António Reis, o historiador afirma: “o laicismo dos republicanos sacrificou a neutralidade do Estado”. Os primeiros anos da República colocaram em sobressalto a hierarquia da Igreja. Vários bispos foram destituídos das suas dioceses. “D. António Barroso não cumpriu as ordens de Afonso Costa e foi destituído da diocese do Porto” – frisou. A ideia de uma República só para republicanos fez brotar nos católicos uma “consciência mais definida da opção religiosa”,“uma resistência na defesa dos valores” e “uma necessidade de formação dos crentes para a restauração do país”.

Pesquisa realizada pelo Professor Pedro Nunes

quarta-feira, 7 de julho de 2010

domingo, 13 de junho de 2010

TRABALHOS REALIZADOS POR ALUNOS DO 6º ANO

Comemorações do Centenário da República.











A Portuguesa

No dia 11 de Junho de 2010 a turma do 6º A levou a cabo uma actividade coordenada pela professora de História e Geografia de Portugal Carla Fernandes que consistiu em cantar o Hino Nacional - a Portuguesa, no âmbito da Comemoração do Centenário da República.Para a concretização desta tarefa importa referir o contributo importante dos professores Nuno Baião ( Educação Musical ) e Vera Vaz ( E.V) que colaboraram com muito agrado na iniciativa.
Desta actividade aqui fica o registo fotográfico e em video.

A Portuguesa




























































segunda-feira, 7 de junho de 2010

Aula ao ar livre - Visita ao Mural alusivo à Implantação da República - Moita

Realizou-se no passado dia 26 de Maio de 2010, uma aula ao ar livre com a turma E do 6º ano, orientada pela docente de HGP, Elsa Martins e pelo docente de Educação Musical, Pedro Oliveira. Esta saída de campo teve como objectivo observar in loco o Mural pintado com simbolos e imagens alusivas à Implantação da República, existente na Vila da Moita.

Desta experiência fica ainda a intenção de convidar o autor deste Mural, para que possa explicar aos alunos a dimensão desta mensagem transformada em imagens que todos os que passam pela Vila da Moita podem apreciar.

Os alunos gostaram muito desta visita.


Aqui deixamos algumas imagens registadas fotograficamente desta aula ao ar livre.










sábado, 15 de maio de 2010

Participação do Agrupamento de Escolas EB2,3 José Afonso na Feira de Projectos Educativos

REGISTO FOTOGRÁFICO DE ALGUNS TRABALHOS EXPOSTOS NA FEIRA DE PROJECTOS EDUCATIVOS


TEMA - "COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA"



1-Logotipo do Agrupamento de Escolas José Afonso "engalanado"

com a Bandeira Nacional - Símbolo da República.

2- Pauta de " A Portuguesa" - Hino Nacional . Trabalho projectado e orientado pelo Professor Pedro Nunes e concretizado pelas alunas do CEF 1ºB.

3- Maqueta do Parque da República, numa alusão à História Local e ao simbolismo de todo o ideário republicano moitense.


BIOGRAFIAS DE PERSONALIDADES DA PRIMEIRA REPÚBLICA

E.B. 2,3 José Afonso (341812) - Alhos Vedros

BIOGRAFIAS


Afonso Costa





Afonso Augusto da Costa nasceu a 6 de Março de 1871 em Santa Maria, no Concelho de Seia, filho do advogado Sebastião Fernandes da Costa e Ana Augusta Pereira da Costa.




Em 1894 licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Foi um advogado muito respeitado e professor na Universidade de Coimbra, na Escola Politécnica de Lisboa ena Faculdade de Estudos Sociais e de Direitos de Lisboa.
Ainda durante a Monarquia, Afonso Costa afirmou-se umas das mais importantes figuras do Partido Republicano.
Distinguiu-se muito pelas suas ideias políticas, entrou no Parlamento nas eleições de 1900 e também com a proclamação da República em 1910, assumindo a pasta da Justiça do Governo Provisório.

Afonso Costa era corajoso e determinado, criou as condições básicas para um estado Laico.
Mais tarde foi afastado do poder pelo golpe de Sidónio Pais e não voltou para o governo.
Em oposição ao Estado Novo, exilou-se em Paris. Afonso Costa deixou a sua marca na Política Portuguesa. Morreu a 11 de Maio de 1937 em Paris.


Comemorações do Centenário da Implantação da República . Pesquisa da aluna Joaria Moreira nº 11 Turma: A Ano: 6





MANUEL DE ARRIAGA






Manuel José de Arriaga Brum da Silveira, nasceu em 1840, na cidade da Horta no Faial.
Ficou conhecido na história como o primeiro Presidente da República, após o 5 de Outubro de 1910. Manuel de Arriaga como era conhecido tinha seis irmãos e era filho de Sebastião e Maria Cristina. Sempre foi adepto da actividade política e por isso, teve vários problemas com o seu pai, tendo sido deserdado e teve de pagar os seus próprios estudo .
Manuel de Arriaga cedo teve de trabalhar, dando lições de inglês. Mais tarde, formou-se em advocacia na Universidade de Coimbra e fixou-se em Lisboa para exercer a sua profissão.
Adepto da causa republicana, defendeu-a através de escritos e de uma activa participação política, tendo em conta que fez parte do primeiro grupo de deputados eleitos em 1878.
O prestígio conquistado, as posições moderadas e o seu descomprometimento pessoal ao Governo provisório formado depois da Implantação da República levaram a que fosse eleito para chefe do novo regime
Adoptou uma postura conciliadora tentando unir as diferentes fracções republicanas, no entanto não o conseguindo, acabou por se envolver numa luta política com o Partido Democrático, que perdeu depois de ter nomeado para chefe de governo e de ter apoiado a acção governativa do General Pimenta de Castro. Com a queda do governo também caiu Manuel de Arriaga em 16 de Maio de 1915. Falece dois anos após ter renunciado à Presidência República.

Comemorações do Centenário da Implantação da República Pesquisa da aluna nº 24 Turma: A Ano: 6º







MIGUEL BOMBARDA








Miguel Bombarda estudou na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, onde viria a ser professor e foi mais tarde Director do Hospital de Rilhafoles, onde criou o Laboratório de Histologia em 1887. Como professor na Escola Médico-Cirúrgica deu um importante contributo para a reforma do estudos médicos.
Republicano convicto, foi um acérrimo
anticlerical. Tornou-se membro do Partido Republicano Português em 1909, tendo sido eleito deputado em Agosto de 1910. Membro do Comité revolucionário que implantou a República em Portugal, em 5 de Outubro de 1910, e considerado o seu chefe civil.



Não chegou, contudo, a assistir à vitória dos republicanos por ter sido assassinado por um doente mental do Hospital de Rilhafoles em 3 de Outubro de 1910, poucas horas antes do início da revolta.



Comemorações do Centenário da Implantação da República Pesquisa da aluna nº 10 Turma: A Ano: 6º







TEÓFILO BRAGA










Joaquim Teófilo Fernandes de Braga nasceu em 24 de Fevereiro de 1843, Ponta Delgada e morreu em 28 de Janeiro de 1924. Foi político, escritor e ensaísta português. Estreou-se na literatura em 1859 com “folhas verdes”. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, fixou-se em Lisboa em 1872, onde ensinou literatura, no Curso Superior de Letras (actual Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa). Da sua carreira literária contam-se obras de história literária, etnografia (com especial destaque para as suas recolhas de contos e canções tradicionais), poesia, ficção e filosofia.
Era activista político português desde 1878, ano em que concorre a deputado pelos republicanos federalistas. Exerceu vários cargos de destaque nas estruturas de Partido Republicano Português. Em 1 de Janeiro de 1910 tornou-se membro efectivo de directório político conjuntamente com Basílio Teles, Eusébio Leão, José Cupertino Ribeiro e José Relvas. A 28 de Agosto de 1910 foi eleito deputado por Lisboa e em Outubro do mesmo ano torna-se Presidente do Governo Provisório. Teófilo de Braga foi eleito pelo congresso, a 29 de Maio de 1915, com 98 votos a favor, contra 1 voto de Duarte Leite Pereira da Silva e 3 votos em branco. Presidente de transição, face à demissão de Manuel de Arriaga, cumpriu o mandato até ao dia 5 de Outubro do mesmo ano, sendo substituído por Bernardino Machado.




Comemorações do Centenário da Implantação da República Pesquisa do aluno José Marçal nº __12____ Turma: _A__ Ano: __6º___










sexta-feira, 14 de maio de 2010

Escola Básica 2/3 José Afonso – Alhos Vedros
Comemoração do Centenário da República Portuguesa
Actividade a desenvolver pela turma 6º A
“Hino Nacional – A Portuguesa “

Os alunos que compõem a turma propuseram-se a cantar o : “Hino Nacional - A Portuguesa”, acompanhados à guitarra pelo colega da turma Luís Spencer.
Posteriormente os alunos idealizaram a compra de t-shirts brancas onde será pintada em 23 delas as letras do seguinte título: “Hino Nacional – A Portuguesa” .


Nas restantes t-shirts será desenhado um símbolo da República:

A apresentação desta actividade encontra-se agendada para o próximo dia 28 de Maio do corrente ano.